13 de julho de 2018

Ai miúda, miúda



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Às vezes surpreendo-me comigo própria.

Recentemente por brincadeira e sem ponderar (é o que dá!), mostrei um poema a duas pessoas a quem passam livros e mais livros pelas mãos. 
Era um poema sem grande carga lírica, entenda-se!
A primeira comentou que estava muito bem e acrescentou: “Olha vem ai X, é a pessoa indicada para apreciar. – chamando-o com essa intenção.
O Tico pergunta: “a pessoa indicada??? Quer dizer que percebe, certo?
O Teco responde: “pois, foge!!!”
Acabei com a conversa de ambos: "CALEM-SE! Se percebe vai dizer que não é carne, nem peixe e nem brócolos. É o que é (ponto)"
X leu muito compenetrado. Quando recomeça a falar seguro de si, enumera elogio atrás de elogio.
Subitamente deparei-me com aquela sensação assustadora de ter o foco ligado sobre mim sem saber como respirar. Antes que mudasse de cor - não podia dizer que era do sol -, saiu disparate.
"Obrigada, mas com 3 copos vazios na mão a tua credibilidade..."
Creio ter ouvido X a pensar: "esta não joga com o baralho todo."
Felizmente todos se riram.

Conclusão: ai miúda, miúda provavelmente nem com meio baralho. Mas como não me levo a sério, está tudo bem.

2 comentários:

  1. Felizes os que te conhecem com o teu invulgar sentido de humor.
    Bijous.
    Madeleine

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