30 de junho de 2016

Ser


Desfeitas as sombras, refresco-me na árvore que me escuta.
Despida de lembranças do que foi e do que era para ser.
Em paz com o que tinha de ser.
Bebo o tempo por fazer: aqui e agora.
Saboreio o cheiro das palavras ao vento que me veste.
Mergulho na água a contemplar o horizonte...
Deixo fluir com gentileza.



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